Em uma matéria séria e bem estruturada do canal HBO, buscaram as verdades ocultas da seriedade das sementes transgênicas. Na reportagem, entrevistaram dois ciêntistas que falaram das descobertas significativas para o prejuízo da saúde Humana. A empresa MONSANTO, presente em mais de 80 países inclusive no Brasil, divulga e propaga o uso das sementes transgênicas. A verdade oculta é que um ciêntista desta empresa se desligou de sua função ao perceber que os genes para a criação dos transgênicos não são instáveis, a empresa pediu total sigilo ao seu empregado, que acabou se desligando do seu vínculo empregatício. Outro Ciêntista na França depois de várias pesquisas com ratos, alimentado-os com transgênicos, percebeu que os ratos alimentados com esse produto obtiveram o seu fígado aumentado 3x mais que o normal enquanto o rim diminui, causando sérios danos a saúde. Outro sério problema é a polenização destas sementes, porque as abelhas estariam levando para toda parte do mundo o pólen das sementes geneticamente transformadas para toda parte do mundo, causando o seu crescimento sem mesmo obter o seu controle .
O poder da ganância para a produção de alimentos em larga escala sem preservar a saúde e o bem estar dos outros, está acima de tudo. A indústria dos alimentos como outros meios que atingem a massa humana, só visualizam o interesse corporativo baseado no enorme faturamento mensal, anual.
Espiritualidade,Teurgia,verdade, irmandade. Desde 2008 - Mais de 150.000 acessos.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
O ozônio no Brasil
Em entrevista , Dr. Glacus de Souza Brito, coordenador do Projeto de Pesquisas com Ozônio na USP, falou dos benefícios do uso do ozônio, cuja experiência internacional tem demonstrado sua eficácia, em tratamentos que vão desde enxaqueca, acne, feridas crônicas, hérnia de disco até a redução de 80% dos casos de amputações de pé diabético por gangrena, além de se ter a perspectiva de reduzir em até 30% o custo do SUS no tratamento de diversas patologias.
De acordo com pesquisas internacionais, a ozonioterapia poderia reduzir em
até 80% a taxa de amputação de membros de pacientes com gangrena diabética e
diminuir até 25% os custos no tratamento de feridas crônicas, infecções,
inflamações e da dor, uma vez que nos países onde o tratamento é
regulamentado houve redução de 27% no consumo total de antibióticos e de 22%
no consumo de analgésicos.
Mas porque então não regulamentar o tratamento? O CFM (Conselho Federal de
Medicina) e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) argumentam
que o método que usa ozônio para o tratamento de doenças, chamado
ozonioterapia, não tem amparo científico e, portanto, não pode ser
regulamentado.
O primeiro registro da utilização do ozônio para fins terapêutico foi em
1885, seguindo-se outro caso em 1892, em que o ozônio foi utilizado para o
tratamento de tuberculose. Em 1902, foi registrado o seu uso no tratamento de
surdez crônica. O ozônio foi tornando-se cada vez mais popular e foi
amplamente utilizado durante a I Guerra Mundial depois de verificadas as suas
propriedades anti-inflamatórias e anti-infecciosas após a aplicação nas
feridas infectadas e gangrena dos soldados. Segundo Dr. Glacus, os Estados
Unidos usou o tratamento com ozônio com muito sucesso, de 1885 até 1932, mas
em 1933 a AMA (American Medical Association) proibiu o uso do ozônio alegando
que não pode haver terapia que venha competir com os medicamentos da
indústria farmacêutica, e o médico que praticasse tinha sua licença cassada.Atualmente, a ozonioterapia já foi regulamentada em vários países como
Rússia, Cuba, Alemanha, berço da ozonioterapia e onde mais de 20 mil médicos
praticam a técnica, e Itália. Nos Estados Unidos, 15 Estados conseguiram
liberar o uso do ozônio na medicina por meio de leis estaduais, que garantem
ao cidadão o direito de utilizar a terapia que lhe convém, mas é preciso que
o médico seja credenciado e que ambos, médico e paciente, assinem um termo de
responsabilidade sobre as implicações do tratamento.
Ao longo de 2009 e 2010, o grupo de pesquisadores da USP, coordenado pelo Dr.
Glacus, testou o uso do ozônio para inativar dez tipos de bactérias, entre
elas a KPC, uma das mais resistentes e que tem levado muitos pacientes à
morte. Segundo Dr. Glacus, bastaram 5 minutos de exposição ao jato de ozônio
para os agentes infecciosos fossem inativados. O mecanismo de ação é que o
ozônio destrói as paredes dos microorganismos.
Internacionalmente, relata-se que entre as doenças combatidas pela
ozonioterapia estão a asma, artrite, arteriosclerose, diversas doenças
dermatológicas como acne, micoses, eczema e psoríase, tratamento de feridas
infectadas e doenças causadas por vírus, como herpes e hepatites crônicas
virais, além de combater a celulite e a gordura localizada e ser eficaz no
tratamento antienvelhecimento.
São vários os métodos de aplicação da ozonioterapia: hidrozonioterapia, que
consiste em diluir o ozônio em água e aplicar na zona do corpo a ser tratada
ou ainda ingerir a mistura; vapor, em que o ozônio é aplicado no corpo
através de vaporizações, saunas; óleos ozonizados, óleos embebidos em ozônio
são aplicados com movimentos de massagem na zona do corpo a ser tratada, ou
na cobertura de feridas ; injeção subcutânea, em que o ozônio é injetado na
zona subcutânea da pele e auto-hemotransfusão, no qual se retira certo volume
de sangue e depois acrescenta-se ozônio ao sangue e depois reintroduzir esta
mistura no organismo, pela mesma veia em que se coletou.
No Protocolo de Pesquisa desenvolvido no Hospital das Clínicas, para o
tratamento do pé diabético, será utilizada a lavagem dos ferimentos com água
ou soro fisiológico ozonizado e nebulização da ferida dentro de sacos
plásticos por uma hora. Este procedimento pode ser realizado, por exemplo, à
beira do leito do paciente, em serviços ambulatoriais de tratamentos de
feridas ou até mesmo na residência do paciente.
Dr. Glacus é médico pesquisador do Departamento de Imunologia Clínica e
Alergia do Hospital das Clínicas da USP, consultor da Organização Mundial de
Saúde e Coordenador do Projeto de Pesquisas com Ozônio na USP. Incansável
batalhador pela regulamentação da ozonioterapia no Brasil, ele finalizou a
entrevista dizendo à nossa reportagem: “Eu não vim para este mundo para ser
um mero prescritor, para alimentar a ganância de lucros da indústria
farmacêutica, mas sim para procurar os meios para uma efetiva cura dos
pacientes”.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Ozônio e a Máfia dos Laboratórios
Milhares de pessoas em Hospitais por causa de infecções, sérios problemas por proliferação de microorganismos acabando com a saúde. Milhares de pessoas nas UTIs, sem que haja necessidade, mais isso, acarreta enormes valores nos bolsos destes mafiosos da saúde. A dor de seus familiares e ânsia da cura para o ente querido, fica no obscurecimento mental da população por técnicas naturais, baratas e com muito maior resultado. Por causa do que ? Por causa do interesse corporativo e do bolso de poucos, mesmo que estes outros estejam morrendo o que interessa é o dinheiro. Eu aconselho à anos o uso do Ozônio e agora alguns médicos sérios vêm tentando usar no Brasil. Mais não existe interesse do Ministério da Saúde porque alguém lá de dentro vai perder muito dinheiro. Segue uma matéria sobre o assunto. Busquem alternativas elas existem, não aceitem tudo o que lhes digam, a alopatia não é a terapia da cura, mais da pura enganação.
O gás ozônio (O3), já usado na indústria química e no tratamento de água, ganha espaço em diferentes ramos da medicina. Chamado de ozonioterapia, a técnica usa o gás para tratar inflamações, alergias de pele, infecções agudas, problemas circulatórios e até de imunidade. O problema é que o Ministério da Saúde não reconhece a eficácia do procedimento.
O gás misturado à água, em óleo, ou injetado como vapor em um saco plástico, é aplicado em queimaduras, feridas e na corrente sanguínea com a função de amenizar sintomas.
Uma pesquisa recente da USP (Universidade de São Paulo) mostrou inclusive que o ozônio também é capaz de matar as temidas superbactérias (bactérias resistentes a antibióticos), incluindo a KPC, cuja infecção já atinge 13 Estados brasileiros e matou 20 pessoas.
Especialistas tentam incorporar terapia com ozônio na saúde pública
No Brasil, a técnica é utilizada e defendida por pelo menos 200 médicos que fazem parte da Abroz (Associação Brasileira de Ozonioterapia), mesmo sem apoio do governo. A entidade já fez pedidos recorrentes de inclusão da técnica no SUS (Sistema Único de Saúde).
Segundo a diretora da Abroz, Emília Gadelha, a associação negocia há seis anos para incluir a técnica no sistema público. Para isso, já encaminhou uma série de documentos ao governo que comprovam sua eficácia. O Ministério disse que ainda está estudando a proposta.
A dificuldade de inclusão no país, segundo a diretora da Abroz, se dá pela burocracia e por conflito de interesses.
- É tanta burocracia! Mandamos papéis para o Conselho Federal de Medicina, Conselho Regional de Medicina de São Paulo; fizemos reunião com o Ministério da Saúde. Mas hoje em dia a medicina usa um critério dado pela indústria farmacêutica.
Em dezembro de 2010, o ministério realizou uma audiência pública para reunir essas informações. Ao ser questionado sobre a possibilidade de inserção do tratamento, o ministério respondeu por e-mail.
- Atendendo ao pedido de entidades médicas, o Ministério da Saúde continuará recebendo informações sobre as tecnologias em estudo e apresentadas na audiência pública até o próximo mês de março. Depois do prazo, as considerações serão enviadas à Citec (Comissão de Incorporação de Tecnologia) para análise e decisão.
O governo não disse até quando vai dar uma resposta. A incorporação de tecnologias no SUS é feita a partir da análise da eficácia, efetividade e custo-benefício dos medicamentos e produtos e deve ser acompanhada de regras precisas quanto à indicação e forma de uso.
De acordo com a diretora da Abroz, o uso do ozônio nesses tratamentos diminuiria custos para o sistema público, pois os resultados são mais rápidos e os equipamentos necessários, segundo ela, não são caros. Um gerador de ozônio (máquina que converte oxigênio em ozônio) pode ser adquirido por R$ 1.000, em média.
- Em termos de saúde pública, acho um desperdício não usar o ozonioterapia. Uma ferida crônica de pé diabético demora de oito meses a dois anos para fechar. Quando médicos cubanos usam o ozônio, demora no máximo dois, três meses. Fora que diminui muito a chance de amputação do membro.
Para Hermelinda Pedrosa, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes, faltam evidências científicas que comprovem a eficácia do ozônio do tratamento das feridas causadas pela doença.
- No meu conhecimento, a ozonioterapia não dispõe de dados científicos robustos que dizem que a medida traga um efeito positivo. Não é uma ferramenta consensual no campo científico.
Combate à superbactéria não é consenso
Outro ponto que divide os médicos é a ação antibacteriana do ozônio. O imunologista Glacus de Souza Brito, do Departamento de Imunologia da USP (Universidade de São Paulo) demonstrou o poder do gás em eliminar superbactérias.
Um ensaio clínico realizado por ele no Hospital das Clínicas de São Paulo, no Departamento de Cirurgia de Trauma, conseguiu eliminar dez tipos de bactérias hospitalares multirresistentes aos antibióticos com apenas cinco minutos de exposição ao gás. Uma das cepas estudadas foi a KPC.
- Seria uma formas de tratar a KPC, mas estamos ainda montando o estudo que tem que ser aprovado no Comitê de Ética da USP.
Dada a aprovação, o estudo precisa ainda ser liberado pelo Comitê de Ética Médica Nacional e pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para ser usado em seres humanos.
Se o procedimento indicado for aceito, terá como método a “ozonização do sangue”, ou seja, será retirada uma amostra de sangue que será misturada ao ozônio e reinjetada na corrente sanguínea. O imunologista diz que o procedimento é seguro.
- Não tem efeito colateral, porque depois que o ozônio entra no corpo vira oxigênio em alta concentração, que funciona como um medicamento.
O infectologista Carlos Magno Fortaleza, professor da Faculdade de Medicina da Unesp (Universidade Estadual Paulista), no entanto, não reconhece a eficácia da ozonioterapia para tratar superbactérias.
- Nunca usei para tratar infecção por bactéria multirresistente e nunca ouvi falar sobre a real eficácia do ozônio em tratamentos infectocontagiosos.
Os oposicionistas do Ozônio devem estar recebendo alguma coisa das corporações
Subscrever:
Mensagens (Atom)

